quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Meu processo com o baixo elétrico.

No início tudo era escuridão....HAHAHAHAHAHA, Agora falando sério!
Quando decidi aprender a tocar um instrumento, sempre tive gosto pelos GRAVES, mas eu sentia isso, não sabia explicar, gostava (e até hoje, acho o instrumento de som mais lindo) do violoncelo. Mas na época era um instrumento muito caro, então optei pelo violão, que sem dúvida era o mais fácil de se adquirir e que se adequava mais ao meu gosto.
Me apaixonei pelo violão e pelas possibilidades,  mas sempre instintivamente, ficava buscando explorar os graves do violão.
HOJE tardiamente, penso eu, decidi investir tempo e dedicação ao estudo do  baixo elétrico trastejado e fretless (sem trastes).
De maneira nenhuma abandonei ou abandonarei o violão e a guitarra, mas meu coração hoje se divide! PIEGAS PIEGAS, PIEGAS !!!!!
Então monto essa série de postagens para dividir com quem possa interessar, esse processo de exploração (auto-didático), pensando bem, auto didático coisa nenhuma, tive alguns mestres que serão citados no decorrer das postagens.
Funcionará para mim, como um diário do processo evolutivo com suas agruras e desagruras(alegria e desgracera).
Espero que possa ajudar e/ou incentivar a todos a procurarem seu caminho.



Háááá, e quanto ao violoncelo? Esse eu deixo pra um outro dia ou outro lugar...



pra começar, vou apresentar as armas usadas no processo.

                                                                        Strinberg precision 4 cordas (hoje ele está sem trastes)






                                                    Seizi Privilege 4 cordas (na sequência, postarei a modificação feita no head pelo luthier Carlos Eduardo Souza)
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Cubo de 15 watts ROXY
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segunda-feira, 28 de março de 2011

Pare de choramingar

Guardadas as devidas proporções, sou um cara sem meias palavras,e desde que comecei a dar aulas, ouço as seguintes indagações: "mas professor, meu dedo é curto demais!" ou "meu dedo é gordo demais !", entre outras... É lógico, que são dúvidas pessoais que se tornam desculpas super comuns. Mas aqui vão alguns exemplos de superação.

Pedrinho,o baixista da sambista Leci Brandão,tem um defeito de nascença,nasceu sem parte do braço e sem a mão.Alguns vão dizer "Mas, ele nasceu assim,deve ser mais fácil..." SERÁ ?!?!


Isso sem falar em George Shearing, Stevie wonder,Ray Charles e Jeff Healey,ambos cegos.












Pessoal, agora peguem seus saudáveis, dedos gordinhos,curtos ou compridos demais e "quebrem tudo" , "mandem bala",porque a música está ai guardada esperando pra sair, não importa por qual meio.

RT